

Com profissionais qualificados para isso, e foco em restabelecer asaúde mentaldos pacientes, A Clinica de Tratamento propõe o melhor para aqueles que o escolhem.
Para iniciar os cuidados, é bom que se saiba um pouco mais do assunto para melhor tratar e abordar o problema em questão, prezando sempre o bem dodependente químico, então aqui vai uma breve explicação a respeito:
Comprovada como a droga mais viciante do mundo e também chamada de diacetilmorfina, é proveniente da morfina, que por sua vez é proveniente do ópio, que é uma substância encontrada nas folhas da papoula - planta nativa do Oriente Médio e Sul da Europa - é umadrogailícita que causa rápida euforia, sensação de prazer e bem-estar, que podem trazer efeitos colaterais drásticos e de efeito quase que imediato no organismo.
Sua produção partiu da tentativa de melhorar a segurança e a efetividade da morfina. A heroína teve seu período de comércio legalizado entre 1898 a 1910, quando foi descoberto que ao chegar no fígado, se tornava morfina, o que era totalmente o contrário do que foi proposto, já que era usada para acabar com a dependência do medicamento.
Após a Segunda Guerra Mundial, a heroína se espalhou pelo mundo como um remédio anti tosse e analgésico clandestino junto com outros opióides pelos campos de batalhas das guerras da época, a exemplo, a Guerra do Vietnã.
Ela se propagou ainda mais no fim da década de 1980, por seu fácil acesso e o consumo ilegal, e apesar de toda história por trás da droga, atualmente ela continua fazendo vítimas, a exemplo a epidemia de consumo de heroína nos últimos anos no Estados Unidos.
Sintetizada pelo químico do hospital Saint Mary - Londres, Alder Wright, o diacetilmorfina tinha como propósito inicial ser uma versão melhorada da morfina, sendo mais eficiente e desenvolvendo menos efeitos colaterais.
Após uma série de experimentos com o medicamento, chegou-se à heroína, quando refinada as substâncias anteriores (ópio e morfina).
A forma de uso mais comum é a injetável, derretendo o pó e injetando na veia, agindo diretamente na corrente sanguínea, tendo uma absorção muito mais rápida do que qualquer outro método, mas também pode ser inalada, fumada, ingerida e até absorvida pela pele.
Hoje o consumo oral da heroína é total de uso recreativo, por ser proibida na maioria dos países devido sua alta taxa de dependentes e efeitos já conhecidos.
Com sua rápida efetividade após a aplicação na veia, os efeitos da heroína duram em média quatro horas.
Devido sua fórmula original, ela possui efeitos analgésicos, reduzindo dores, mas provocando grande euforia e retirando o cansaço, apesar de tudo isso, ela se trata de uma droga depressora do SNC (sistema nervoso central), assim ela diminui a ação das funções cognitivas, deixando a pessoa muito sonolenta, com autocrítica (capacidade de analisar as próprias ações) prejudicada, perda de noção da realidade, além de depressão profunda após a euforia passar.
Partindo desses efeitos, alguns sintomas começam a surgir, como tontura, náuseas, peso e cansaço nas extremidades do corpo, cegueira, perda do olfato ou audição, sonolência, ritmo cardiorrespiratório comprometido.
Causando também problemas psíquicos, como delírios, perda de consciência e memória, ideação suicida, humor depressivo, coma e em alguns casos, à morte.
Existe também um grande risco de contrair doenças altamente transmissíveis, por conta dos compartilhamentos de seringas e comportamentos de risco, sem se importar com o que faz, dentre elas, o HIV/AIDS.
Esses exemplos mostram a importância do tratamento para heroína, e o quanto precisa ser seguido à risca, para que o dependente se recupere.
A longo prazo, pode existir o comprometimento da circulação sanguínea, por causa de danos venosos e infecções.
Além do HIV (citado anteriormente), as hepatites B e C e a sífilis são comuns em usuários de heroína pelo uso compartilhado de seringas, embolia pulmonar e inflamação nas veias do coração.
Pode também gerar bolhas de pus (abcessos) em órgãos internos, infecção óssea causada por bactérias, espondilite anquilosante, inflamação nas articulações sacroilíacas (região de comunicação entre a coluna vertebral e o osso ilíaco - bacia), pneumonia, tétano e em alguns casos, botulismo.
Em casos extremos de tempo de uso contínuo, é possível que aconteça a necrose dos locais onde a droga é injetada, mas muitos dos usuários morrem antes de chegar nesse estágio.
No caso de dependentes da heroína, a overdose pode ocorrer com mais facilidade, e logo no início do consumo, justamente por seus fortes efeitos, o que faz com que qualquer dosagem seja crucial para aqueles que nunca tiveram contato com a droga.
Durante uma overdose por heroína, é comum acontecer a perda de consciência, náuseas, vômitos, confusões mentais e físicas, convulsões, ritmo cardiorrespiratório acelerado, e acontece pois o corpo não é capaz de processar ou eliminar o alto nível da substância no organismo, gerando incompatibilidade de informações do SNC (sistema nervoso central) com o restante do corpo, e o impossibilitando de agir antes que a toxina cause seu estrago.
Existem diferentes estratégias de tratamento para o combate ao vício da heroína, mas nos últimos anos, dois modelos têm se destacado: modelo europeu, e modelo estadunidense.
A partir de 1960, a heroína foi considerada droga ilícita, abolindo seu uso como medicamento no continente europeu.
O tratamento consiste em permitir que o usuário consuma droga durante a recuperação de maneira assistida. A ideia é diminuir a dosagem diariamente, até que o paciente não sinta mais necessidade de usá-la.
É um método demorado, mas que vem se comprovando eficaz com o passar dos anos.
Nos Estados Unidos a droga também foi usada como medicamento, mas com o fim em 1914, sendo reconhecida como uma substância que trazia malefícios.
A forma abordada pelos estadunidenses é mais rígida que a dos europeus, onde suspendem completamente o uso, inibindo o acesso à heroína.
Também fazem a utilização de fármacos como metadona para redução dos sintomas de abstinência, e naloxona, principalmente em casos de overdoses.
O Brasil é um país do qual conseguiu se ver livre da epidemia de heroína que assola o mundo, mas não quer dizer que não existam casos.
Aqui o método utilizado é semelhante ao modelo estadunidense, seguindo um acompanhamento médico em clínicas especializadas, onde serão realizados exames para assim ser feita a prescrição de medicamentos para auxiliar no processo de desintoxicação.
Quando o paciente já está limpo, inicia-se o tratamento psicológico e emocional, para melhor desenvolvimento do processo.
Aqui nA Clinica de Tratamento temos pessoas capacitadas para executar e monitorar o tratamento com a melhor precisão, permitindo um conforto e um cuidado maior com o dependente.
Formado por uma equipe de multiprofissionais composta por psiquiatras, psicólogos, equipes de enfermagem e terapeutas, a Clinica de Tratamento é uma clínica para dependentes químicosparticularestruturada e dedicada a cuidar e restaurar a vida de pessoas e famílias que sofrem com dependência química, capacitados para receber todos os tipos de pacientes.
Possuímos tratamento para alcoolismo, cocaína, crack, maconha, heroína, lança perfume, LSD, rebite ou bolinha, anfetamina.
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